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Leandro Boldrini é condenado pela 10ª Câmara Cível do TJRS por erro médico durante cirurgia para retirada de cálculos na vesícula de paciente. Leandro Boldrini está sendo processado criminalmente pela morte de seu filho, Bernardo Boldrini.

O desembargador Paulo Roberto Lessa Franz considerou Boldrini negligente após analisar os laudos periciais, observando que o médico não deu atenção às queixas da paciente durante o pós-operatório.

“(…)tal conduta, manifestamente negligente e imperita, implicou na evolução do quadro para uma infecção generalizada que quase a levou a óbito.”

Além de Boldrini, a anestesista Jeane Cristina Ribeiro Rino Guimarães e a empresa Serviço de Anestesiologia Três Passos Ltda., responsáveis pela cirurgia e anestésicos, foram condenados a pagar, solidariamente, cerca de R$ 10 mil por danos emergentes, R$ 70 mil por danos morais, R$ 50 mil por danos estéticos e pensão mensal vitalícia no valor de um salário mínimo para a paciente.

O Hospital de Caridade de Três Passos, condenado em primeira instância, foi exonerado da culpa pelo TJRS. A ação tramitava desde outubro de 2009.

Leandro Boldrini é réu pela morte de Bernardo Boldrini, de 11 anos. O corpo do menino foi encontrado às margens de um córrego cidade de Frederico Westphalen-RS, vizinha a Três Passos, onde a criança vivia com o pai, Leandro, e a madrasta, Graciele Ugolini, que também é ré no processo. Boldrini responde também por ocultação de cadáver e falsidade ideológica.

Processo 70065387581

Tags : erro médicoleandro boldrininegligenciaTJRS
Max Borges

The author Max Borges

Max Borges, advogado formado pela PUC/RS é criador e editor do Veredictum - Direto ao Ponto.

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