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	<title> &#187; Notícias</title>
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		<title>Turma mant&#233;m indeniza&#231;&#227;o a vi&#250;va de eletricista assassinado por desinstalar gatos</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 11:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
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										</div>A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho n&#227;o conheceu de recurso da Enecolpa Engenharia Eletrifica&#231;&#227;o e Constru&#231;&#227;o Ltda. contra condena&#231;&#227;o ao pagamento de indeniza&#231;&#227;o por dano material e moral &#224; vi&#250;va de um eletricista assassinado por um morador da cidade de Pacaj&#225; (PA) inconformado com o desligamento da liga&#231;&#227;o clandestina de energia el&#233;trica (gato) [...]]]></description>
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										</div><p></p><p>A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho n&atilde;o conheceu de recurso da Enecolpa Engenharia Eletrifica&ccedil;&atilde;o e Constru&ccedil;&atilde;o Ltda. contra condena&ccedil;&atilde;o ao pagamento de indeniza&ccedil;&atilde;o por dano material e moral &agrave; vi&uacute;va de um eletricista assassinado por um morador da cidade de Pacaj&aacute; (PA) inconformado com o desligamento da liga&ccedil;&atilde;o clandestina de energia el&eacute;trica (gato) em sua casa. O relator do recurso de revista, ministro Walmir Oliveira da Costa, observou que, embora o crime tenha ocorrido fora do expediente, o trabalhador j&aacute; sofrera diversas amea&ccedil;as em raz&atilde;o de seu trabalho, e caberia &agrave; empresa zelar pela sua seguran&ccedil;a.</p>
<p>O eletricista, de 26 anos, era empregado da Enecolpa, prestadora de servi&ccedil;os das Centrais El&eacute;tricas do Par&aacute; (Celpa). O homic&iacute;dio aconteceu em agosto de 2007. No dia 30 daquele m&ecirc;s, a equipe de trabalho do eletricista retirou o gato constatado numa resid&ecirc;ncia em Pacaj&aacute;. &Agrave; noite, quando sa&iacute;a de uma lanchonete na companhia do gerente da Celpa, dentro do carro da empresa, foi abordado pelo dono da casa, que perguntou se ele sabia quem cortou a liga&ccedil;&atilde;o clandestina de sua casa. O eletricista respondeu que deveria ter sido a sua equipe, que trabalhara naquele dia em sua rua. O morador ent&atilde;o disse Ent&atilde;o foi voc&ecirc;, sacou um rev&oacute;lver e disparou dois tiros no trabalhador, que morreu dois dias depois.</p>
<p>Sua companheira, m&atilde;e de seus tr&ecirc;s filhos pequenos, ajuizou reclama&ccedil;&atilde;o trabalhista na 1&ordf; Vara do Trabalho de Tucuru&iacute; (PA) com o pedido de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos materiais e morais. Alegou que, depois da morte do marido, passou a depender de favores de terceiros para a sobreviv&ecirc;ncia pr&oacute;pria e dos filhos, e foi acometida de verdadeiro p&acirc;nico. O valor pedido a t&iacute;tulo de danos materiais foi de R$ 370 mil, correspondente ao sal&aacute;rio do eletricista at&eacute; que completasse 65 anos. Pelo dano moral, pediu a quantia equivalente a 200 vezes o sal&aacute;rio m&iacute;nimo vigente, totalizando R$ 93 mil.</p>
<p>A Enecolpa, na contesta&ccedil;&atilde;o, sustentou a aus&ecirc;ncia de rela&ccedil;&atilde;o entre o crime e a fun&ccedil;&atilde;o desempenhada pelo eletricista, afirmando que, no momento em que foi alvejado, ele n&atilde;o estava em hor&aacute;rio de trabalho. Alegou ainda que a retirada do gato foi totalmente legal, sem configurar arbitrariedade por parte da empresa, e que n&atilde;o houve, de sua parte, qualquer ato contr&aacute;rio &agrave;s normas de seguran&ccedil;a do trabalho ou neglig&ecirc;ncia. Para a empresa, o homic&iacute;dio foi uma fatalidade a que qualquer pessoa est&aacute; sujeita, n&atilde;o lhe cabendo, portanto, a obriga&ccedil;&atilde;o de indenizar.</p>
<p>A ju&iacute;za de primeiro grau acolheu a argumenta&ccedil;&atilde;o da Enecolpa e julgou o pedido da vi&uacute;va totalmente improcedente. O Tribunal Regional do Trabalho da 8&ordf; Regi&atilde;o (PA/AP), por&eacute;m, ao julgar recurso ordin&aacute;rio, reformou a senten&ccedil;a e concedeu a indeniza&ccedil;&atilde;o, condenando a Celpa subsidiariamente, na condi&ccedil;&atilde;o de tomadora do servi&ccedil;o. </p>
<p>O ac&oacute;rd&atilde;o do Regional observa que, de acordo com os depoimentos das testemunhas, o eletricista e outros trabalhadores na mesma fun&ccedil;&atilde;o sofriam v&aacute;rias amea&ccedil;as pelo corte dos gatos numa regi&atilde;o considerada perigosa. Para o TRT, a morte decorreu do servi&ccedil;o prestado pelas empresas, independentemente de ter ocorrido fora do expediente ou do local de trabalho  mas dentro de um ve&iacute;culo da empresa.</p>
<p>Assinala, tamb&eacute;m, que n&atilde;o havia provas de que as empresas tomassem efetivas medidas de seguran&ccedil;a e prote&ccedil;&atilde;o para seus trabalhadores nessa situa&ccedil;&atilde;o. Embora a atividade de eletricista n&atilde;o seja exposta a riscos de viol&ecirc;ncia, no caso os trabalhadores eram expostos a risco eminente, pois eram habitualmente amea&ccedil;ados pelos consumidores que se sentiam lesados, e as empresas tinham ci&ecirc;ncia desse fato, registra o ac&oacute;rd&atilde;o. Logo, cabia a elas garantir prote&ccedil;&atilde;o &agrave; sua integridade f&iacute;sica ou tentar minimizar os riscos de viol&ecirc;ncia, o que n&atilde;o foi provado nos autos, concluiu o Regional, fixando a indeniza&ccedil;&atilde;o em R$ 265 mil por danos materiais e R$ 93 mil por danos morais.</p>
<p>A Enecolpa recorreu ent&atilde;o ao TST questionando o reconhecimento de sua responsabilidade pela morte do empregado e reiterando a argumenta&ccedil;&atilde;o apresentada na defesa. Para a empresa, a decis&atilde;o regional violaria o artigo 144 da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica, que atribui ao Estado o dever de garantir a seguran&ccedil;a p&uacute;blica.</p>
<p>O ministro Walmir Oliveira da Costa, por&eacute;m, considerou que a indica&ccedil;&atilde;o de ofensa a esse dispositivo constitucional n&atilde;o era um argumento adequado para questionar a decis&atilde;o do TRT, cujo fundamento foi o da omiss&atilde;o da empresa em adotar medidas efetivas de prote&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a de seu empregado diante das amea&ccedil;as sofridas. Ele ressaltou que a condena&ccedil;&atilde;o n&atilde;o significa atribuir &agrave; empresa a responsabilidade pela seguran&ccedil;a p&uacute;blica  que &eacute; incontroversamente dever do Estado -, mas a incumb&ecirc;ncia de zelar pela seguran&ccedil;a do trabalhador est&aacute; prevista nos artigos 7&ordm;, inciso XXII,  da Constitui&ccedil;&atilde;o e 157, inciso I, da CLT.</p>
<p>Processo: RR 85400-81.2009.5.08.0110</p>
<p>Fonte: TST</p>
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		<title>Suspensas a&#231;&#245;es individuais referentes ao piso nacional do magist&#233;rio no 2&#186; Juizado da 2&#170; Vara da Fazenda P&#250;blica</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 00:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
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										</div><p></p><p class="MatriaTJtexto"><span class="texto_geral">Em decis&atilde;o liminar, a Ju&iacute;za Mara L&uacute;cia Coccaro Martins suspendeu hoje (14/9) as a&ccedil;&otilde;es individuais em tramita&ccedil;&atilde;o no 2&ordm; Juizado da 2&ordf; Vara da Fazenda P&uacute;blica que pedem o pagamento do piso nacional aos professores ga&uacute;chos, at&eacute; que a demanda coletiva ajuizada pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico seja julgada. De acordo com a magistrada, o objetivo &eacute; garantir celeridade e uniformidade nas decis&otilde;es.</span></p>
<p class="MatriaTJtexto"><span class="texto_geral">A A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica foi proposta pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico contra o Estado do Rio Grande do Sul e buscando a implanta&ccedil;&atilde;o do piso salarial profissional nacional para os profissionais do magist&eacute;rio p&uacute;blico da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, previsto na Lei n&ordm;. 11.738/08, em vigor desde 1&ordm;/01/2008. Em pedido liminar, o MP solicitou, al&eacute;m da suspens&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es individuais sobre o mesmo tema na Vara, a exibi&ccedil;&atilde;o de documentos e que fosse determinado ao Estado que a inclus&atilde;o no or&ccedil;amento, para o ano de 2012 e seguintes, de previs&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria para cumprimento da Lei.</span></p>
<p class="MatriaTJtexto"><span class="texto_geral"><strong>Decis&atilde;o</strong></span></p>
<p class="MatriaTJtexto"><span class="texto_geral">Tamb&eacute;m foi deferida parte da liminar para determinar que o Estado apresente documentos necess&aacute;rios para a resolu&ccedil;&atilde;o do processo e que somente a parte r&eacute; possui. A respeito da previs&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria, a magistrada enfatizou que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel conceder a liminar neste momento, em raz&atilde;o da veda&ccedil;&atilde;o prevista no artigo 2&ordm; da Lei n&ordm;. 8.437/92, que impede a concess&atilde;o de liminar em a&ccedil;&atilde;o civil p&uacute;blica sem a pr&eacute;via audi&ecirc;ncia do representante judicial da pessoa jur&iacute;dica de direito p&uacute;blico. A an&aacute;lise desse &uacute;ltimo pedido ser&aacute; feita posteriormente.</span></p>
<p class="MatriaTJtexto"><span class="texto_geral"><strong>A&ccedil;&otilde;es individuais</strong></span></p>
<p class="MatriaTJtexto"><span class="texto_geral">Ao fundamentar sua decis&atilde;o de suspender as a&ccedil;&otilde;es individuais em tramita&ccedil;&atilde;o no seu juizado, a Ju&iacute;za Mara L&uacute;cia Coccaro Martins destacou import&acirc;ncia de uma nova forma para o tratamento das a&ccedil;&otilde;es de massa, que s&atilde;o demandas individuais contendo os mesmos pedidos.</span></p>
<p class="MatriaTJtexto"><span class="texto_geral">Lembrou que, a partir da redemocratiza&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s, o Judici&aacute;rio passou a receber milhares de a&ccedil;&otilde;es buscando direitos patrimoniais (como as perdas financeiras com os planos econ&ocirc;micos das d&eacute;cadas de 80 e 90, na &aacute;rea da poupan&ccedil;a) e sociais (pedidos de medicamentos ou de interna&ccedil;&otilde;es, entre outros). Isso fez com que a Justi&ccedil;a fosse inundada pelas a&ccedil;&otilde;es de massa. Ressaltou ainda que os r&eacute;us se repetem, sendo que 83% das a&ccedil;&otilde;es ajuizadas contra Pessoas Jur&iacute;dicas s&atilde;o movidas contra o pr&oacute;prio Estado do Rio Grande do Sul (41%), as empresas de telefonia (23%) e os bancos (19%). No entendimento da magistrada, a &uacute;nica forma de enfrentar o fen&ocirc;meno, de forma eficiente, &eacute; atrav&eacute;s da potencializa&ccedil;&atilde;o do uso das a&ccedil;&otilde;es coletivas, como a presente.</span></p>
<p class="MatriaTJtexto"><span class="texto_geral">Destacou que as a&ccedil;&otilde;es coletivas proporcionam uniformidade nas decis&otilde;es; reduzem o tempo de tramita&ccedil;&atilde;o dos processos, pois re&uacute;nem milhares de a&ccedil;&otilde;es em apenas uma; e geram economia de recursos financeiros que, ao final, s&atilde;o suportados pela pr&oacute;pria sociedade.</span></p>
<p class="MatriaTJtexto"><span class="texto_geral">A&ccedil;&atilde;o coletiva n&ordm; 00111102463079</span></p>
<p>Fonte: TJRS</p>
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		<title>TJSP obt&#233;m os primeiros resultados da Resolu&#231;&#227;o 542/11</title>
		<link>http://veredictum.adv.br/blog/2011/09/14/tjsp-obtem-os-primeiros-resultados-da-resolucao-54211/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 14:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
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		<category><![CDATA[resolução]]></category>
		<category><![CDATA[resultados]]></category>
		<category><![CDATA[TJSP]]></category>

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										</div>Mesmo com o prazo estabelecido ainda n&#227;o esgotado, o Tribunal de Justi&#231;a de S&#227;o Paulo, em um primeiro estudo (conclu&#237;do no &#250;ltimo dia 5) sobre os resultados da Resolu&#231;&#227;o 542/11, computou que dos 51.434 processos entregues nos gabinetes dos desembargadores, relativos &#224; Meta 2 do Conselho Nacional de Justi&#231;a, 45.038 j&#225; est&#227;o julgados ou com [...]]]></description>
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										</div><p></p><p>Mesmo com o prazo estabelecido ainda n&atilde;o esgotado, o Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo, em um primeiro estudo (conclu&iacute;do no &uacute;ltimo dia 5) sobre os resultados da Resolu&ccedil;&atilde;o 542/11, computou que dos 51.434 processos entregues nos gabinetes dos desembargadores, relativos &agrave; Meta 2 do Conselho Nacional de Justi&ccedil;a, 45.038 j&aacute; est&atilde;o julgados ou com votos proferidos e prontos para serem julgados em sess&otilde;es a serem realizadas ainda em setembro. O resultado obtido representa o cumprimento 87,5%, embora ainda faltem dois meses para os 120 dias – contados da entrega dos processos nos gabinetes – impostos pela resolu&ccedil;&atilde;o.        </p>
<p>A Resolu&ccedil;&atilde;o 542/11 &eacute; do final de mar&ccedil;o. No entanto, em raz&atilde;o de procedimentos necess&aacute;rios &agrave; redistribui&ccedil;&atilde;o equ&acirc;nime, os processos chegaram aos gabinetes em 5 de julho. Dessa forma, o prazo para que todos os desembargadores e ju&iacute;zes encerrem o julgamento dos processos da Meta 2 do CNJ termina em 5 de novembro. Se 51.434 foram redistribu&iacute;dos e 45.038 j&aacute; est&atilde;o julgados ou prontos para o julgamento, os 87,5% de produtividade demonstram o empenho dos integrantes do Poder Judici&aacute;rio e de servidores.        </p>
<p>A presid&ecirc;ncia da Se&ccedil;&atilde;o de Direito Privado tem a expectativa de concluir antes do prazo os 12,50% que faltam. Para o desembargador Fernando Antonio Maia da Cunha, “os 6.395 processos que n&atilde;o foram conclu&iacute;dos s&atilde;o da Se&ccedil;&atilde;o de Direito Privado porque &eacute; a maior do TJSP. O prazo ser&aacute; cumprido, e espero, at&eacute; antes do t&eacute;rmino porque temos colabora&ccedil;&atilde;o e esfor&ccedil;o concentrados nas 38 c&acirc;maras”.<br /><strong>        <br />        Novas medidas –</strong> A Resolu&ccedil;&atilde;o 542/11 trouxe para o TJSP mais que a constata&ccedil;&atilde;o de prazos cumpridos, verificou-se sens&iacute;vel melhoria da produtividade em todo o Tribunal. Por isso, ela (a 542/11) n&atilde;o se esgota em si. Em continua&ccedil;&atilde;o, j&aacute; aprovadas pelo Conselho Superior da Magistratura e em fase de aprecia&ccedil;&atilde;o pelo &Oacute;rg&atilde;o Especial, est&atilde;o outras medidas para o julgamento dos processos entrados no Tribunal at&eacute; 31/12/07, que, na grande maioria, comp&otilde;em os acervos de ju&iacute;zes substitutos promovidos e cadeiras vazias de desembargadores aposentados.<br /><strong>        <br />        Em tempo –</strong> O TJSP j&aacute; divulga mensalmente a produtividade dos magistrados em seu portal na internet. Pelo j&aacute; publicado, tudo indica que S&atilde;o Paulo julgar&aacute; mais processos em 2011, em rela&ccedil;&atilde;o aos que entraram no mesmo per&iacute;odo. A assinatura digital dos ac&oacute;rd&atilde;os em todas as suas c&acirc;maras, e suas respectivas publica&ccedil;&otilde;es em at&eacute; dez dias, &eacute; apenas uma das novas medidas que tem ajudado no cumprimento das metas de 2011. </p>
<p>Fonte: TJSP</p>
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		<title>Ophir defende fim do sigilo banc&#225;rio de pol&#237;ticos dentro da luta anticorrup&#231;&#227;o</title>
		<link>http://veredictum.adv.br/blog/2011/09/13/ophir-defende-fim-do-sigilo-bancario-de-politicos-dentro-da-luta-anticorrupcao/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 11:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
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										</div>O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, anunciou hoje (12) durante o lan&#231;amento do Observat&#243;rio da Corrup&#231;&#227;o,&#160;na OAB de Alagoas,&#160;que vai propor ao Congresso Nacional a aprova&#231;&#227;o de um a lei para p&#244;r fim ao sigilo banc&#225;rio e fiscal dos mandat&#225;rios de cargos pol&#237;ticos. Ele afirmou que apresentar&#225; a proposta como [...]]]></description>
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										</div><p></p><p>O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir  Cavalcante, anunciou hoje (12) durante o lan&ccedil;amento do Observat&oacute;rio da  Corrup&ccedil;&atilde;o,&nbsp;na OAB de Alagoas,&nbsp;que vai propor ao Congresso Nacional a  aprova&ccedil;&atilde;o de um a lei para p&ocirc;r fim ao sigilo banc&aacute;rio e fiscal dos  mandat&aacute;rios de cargos pol&iacute;ticos. Ele afirmou que apresentar&aacute; a proposta  como mais um instrumento na luta contra a corrup&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s e adiantou  que a levar&aacute; tamb&eacute;m &agrave; discuss&atilde;o do movimento suprapartid&aacute;rio contra  corrup&ccedil;&atilde;o e impunidade, coordenado pelo senador Pedro Simon  (PMDB-RS),&nbsp;que conta com apoio da OAB e outras entidades. Do lan&ccedil;amento  do Observat&oacute;rio, participaram tamb&eacute;m o secret&aacute;rio-geral da OAB Nacional,  Marcus Vinicius Furtado Co&ecirc;lho; o presidente da OAB-AL, Omar Co&ecirc;lho, e o  presidente da Comsis&atilde;o Especial de Combate &agrave; Corrup&ccedil;&atilde;o e&nbsp; Impunidade da  entidade, Paulo Br&ecirc;da.</p>
<p>Segundo o presidente nacional da OAB, pela proposi&ccedil;&atilde;o que pretende  apresentar ao Congresso,&nbsp; o instrumento da quebra do sigilo banc&aacute;rio e  fiscal valeria para os cargos pol&iacute;ticos eletivos, tanto para mandatos  legislativos quanto executivos, abrangendo todo o per&iacute;odo compreendido  entre a diploma&ccedil;&atilde;o e o t&eacute;rmino do respectivo mandato. &quot;A ideia &eacute; dotar a  sociedade de um meio eficaz de controle da situa&ccedil;&atilde;o financeira, fiscal e  patrimonial daqueles que, exercendo fun&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas de car&aacute;ter  pol&iacute;tico, devem ter sua vida pessoal e pol&iacute;tica revestida da necess&aacute;ria  transpar&ecirc;ncia&quot;, sustentou Ophir durante o ato na OAB-AL.</p>
<p>Lan&ccedil;ado nacionalmente pela OAB no &uacute;ltimo dia 24 de outubro, o  Observat&oacute;rio da Corrup&ccedil;&atilde;o servir&aacute; de instrumento para a sociedade  pleitear e acompanhar julgamentos de casos de corrup&ccedil;&atilde;o em todas as  inst&acirc;ncias. O cidad&atilde;o poder&aacute; fazer den&uacute;ncias a demora no julgamento de  casos de corrup&ccedil;&atilde;o e acompanhar o andamento de sua reclama&ccedil;&atilde;o pelo site <a target="_blank" href="http://observatorio.oab.org.br/">http://observatorio.oab.org.br</a>, que j&aacute; est&aacute; disponibilizado e pode ser acessado em links instalados nas p&aacute;ginas eletr&ocirc;nicas da OAB Nacional (<a target="_blank" href="http://www.oab.org.br/">www.oab.org.br</a>) ou da OAB-AL (<a target="_blank" href="http://www.oab-al.org.br/">www.oab-al.org.br</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: OAB</p>
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		<title>Bail&#227;o condenado a pagar indeniza&#231;&#227;o por agress&#227;o praticada por seguran&#231;as</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 11:04:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
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										</div>A 6&#170; C&#226;mara de Direito Civil do TJ confirmou decis&#227;o da comarca de S&#227;o Bento do Sul, que havia condenado Sandi Bar e Sal&#227;o ao pagamento de indeniza&#231;&#227;o por danos morais a D. S., filha de um homem agredido dentro do estabelecimento. Ela receber&#225; R$ 6 mil pelo pai, falecido dois anos depois dos fatos. [...]]]></description>
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										</div><p></p><p style="text-align: justify;">A 6&ordf; C&acirc;mara de Direito Civil do TJ  confirmou decis&atilde;o da comarca de S&atilde;o Bento do Sul, que havia condenado  Sandi Bar e Sal&atilde;o ao pagamento de indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais a D. S.,  filha de um homem agredido dentro do estabelecimento. Ela receber&aacute; R$ 6  mil pelo pai, falecido dois anos depois dos fatos.</p>
<p style="text-align: justify;">
O homem&nbsp;relatou ao Judici&aacute;rio que,  em novembro de 2007, foi detido e espancado por quatro seguran&ccedil;as do  bail&atilde;o em que estava, com socos, pontap&eacute;s e at&eacute; com um capacete. Por  conta da surra, ficou com v&aacute;rios hematomas e teve o nariz fraturado.  Segundo testemunhas, um dos agressores pensou que a v&iacute;tima cortejava sua  namorada, motivo que o fez chamar os colegas e ir tirar satisfa&ccedil;&otilde;es com  ele.</p>
<p style="text-align: justify;">
Em sua apela&ccedil;&atilde;o, a empresa r&eacute; alegou  que n&atilde;o h&aacute; provas de que foi respons&aacute;vel pelas les&otilde;es sofridas pelo  autor. Acrescentou que a agress&atilde;o ocorreu na parte de fora do sal&atilde;o de  baile, o que a isenta de qualquer culpa. Alternativamente, postulou a  redu&ccedil;&atilde;o do montante da indeniza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify;">
A relatora do recurso,  desembargadora substituta Cinthia Beatriz Bittencourt, ao negar  provimento ao pleito, disse que os relatos testemunhais, em sintonia com  os demais elementos, s&atilde;o suficientes para manter a senten&ccedil;a. A  magistrada ainda explicou que, pelo fato de os agressores serem  funcion&aacute;rios do estabelecimento, este torna-se respons&aacute;vel por qualquer  atitude provocada por eles.</p>
<p style="text-align: justify;">
&ldquo;<em>De outra banda, a prova  testemunhal produzida pelo apelante n&atilde;o refutou as informa&ccedil;&otilde;es trazidas  aos autos pelo apelado. Diante da confirma&ccedil;&atilde;o de que os seguran&ccedil;as do  estabelecimento do apelante &eacute; que causaram as les&otilde;es ao apelado, resta  evidente o dever de indenizar os danos morais que a v&iacute;tima suportou</em>&rdquo;, anotou.</p>
<p>
<strong>Ap. C&iacute;v. n. 2010.087409-7</strong></p>
<p>Fonte: TJSC</p>
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		<title>Parlamentar ganha direito de resposta por not&#237;cia ofensiva publicada em blog</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 11:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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										</div>Um Deputado Federal que foi acusado em um blog da internet de cometer atos il&#237;citos vai receber indeniza&#231;&#227;o do jornalista respons&#225;vel pela mat&#233;ria. O autor da reportagem ainda ter&#225; que publicar a senten&#231;a do TJDFT no mesmo espa&#231;o utilizado para divulgar a mat&#233;ria ofensiva. Da decis&#227;o do juiz da 4&#170; Vara C&#237;vel de Bras&#237;lia cabe [...]]]></description>
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										</div><p></p><p>Um Deputado Federal que foi acusado em um blog da internet de cometer  atos il&iacute;citos vai receber indeniza&ccedil;&atilde;o do jornalista respons&aacute;vel pela  mat&eacute;ria. O autor da reportagem ainda ter&aacute; que publicar a senten&ccedil;a do  TJDFT no mesmo espa&ccedil;o utilizado para divulgar a mat&eacute;ria ofensiva. Da  decis&atilde;o do juiz da 4&ordf; Vara C&iacute;vel de Bras&iacute;lia cabe recurso. </p>
<p>O autor da a&ccedil;&atilde;o, um parlamentar eleito pelo PMDB do Rio de Janeiro,  afirma que o colunista do Jornal O Globo, respons&aacute;vel pelo Blog do  Noblat, publicou not&iacute;cias agressivas e difamat&oacute;rias envolvendo seu nome.  Destaca que a reportagem teve repercuss&atilde;o negativa que o levou ao  constrangimento. </p>
<p>Citado, o jornalista contestou a acusa&ccedil;&atilde;o alegando que o parlamentar  &eacute; representante da popula&ccedil;&atilde;o do Estado do Rio de Janeiro, um homem  p&uacute;blico e sujeito a cr&iacute;tica. Relatou que a not&iacute;cia publicada &eacute; referente  &agrave; atua&ccedil;&atilde;o do deputado, que, ap&oacute;s a publica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o negou os fatos  narrados. Sustentou seu direito a manifesta&ccedil;&atilde;o de pensamento e pediu a  improced&ecirc;ncia dos pedidos. </p>
<p>Na decis&atilde;o, o julgador verificou que ao analisar a not&iacute;cia publicada  pelo jornalista houve mais que uma simples men&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica a uma  poss&iacute;vel ilegalidade cometida pelo deputado. &quot;H&aacute; no texto publicado uma  afirma&ccedil;&atilde;o de ato de il&iacute;cito pelo parlamentar, sem provas de veracidade&quot;  afirmou o magistrado. </p>
<p>Neste sentido, o juiz buscou o entendimento do TJDFT que diz: A  liberdade de express&atilde;o do pensamento representa um dos fundamentos que  amparam o estado democr&aacute;tico de direito e deve ser assegurada a todos de  forma indistinta. Contudo, n&atilde;o se trata de um direito absoluto, devendo  ser observados certos limites, para que n&atilde;o sejam afetadas a honra, a  dignidade e a imagem das pessoas. </p>
<p>
N&ordm; do processo: 2009.01.1.034822-2</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: TJDFT</p>
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		<title>Furto em estacionamento &#233; ressarcido</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 11:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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										</div>A decis&#227;o da 17&#170; C&#226;mara C&#237;vel do Tribunal de Justi&#231;a de Minas Gerais (TJMG) mant&#233;m senten&#231;a da 10&#170; Vara C&#237;vel da Capital. Em maio de 2008, M.S.F. se dirigiu ao estabelecimento e estacionou nas depend&#234;ncias do Makro. Ao retornar, ela descobriu que a roda e o pneu estepe do carro tinham sido furtados, bem como [...]]]></description>
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										</div><p></p><p style="text-align: justify;">A decis&atilde;o da 17&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a de Minas Gerais (TJMG) mant&eacute;m senten&ccedil;a da 10&ordf; Vara C&iacute;vel da Capital.</p>
<p style="text-align: justify;">
Em maio de 2008, M.S.F. se dirigiu  ao estabelecimento e estacionou nas depend&ecirc;ncias do Makro. Ao retornar,  ela descobriu que a roda e o pneu estepe do carro tinham sido furtados,  bem como sua bolsa e o conte&uacute;do dela. A consumidora registrou boletim de  ocorr&ecirc;ncia e procurou a gerente do supermercado para resolver o  problema. &ldquo;<em>Ela me orientou a levantar as perdas que tive e garantiu que eu seria ressarcida em uma semana</em>&rdquo;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">
A estudante sustenta que at&eacute;  setembro de 2008, quando ajuizou a a&ccedil;&atilde;o, ela n&atilde;o obteve reembolso nem  resposta da empresa. De acordo com M., os fatos ocorridos n&atilde;o se  limitaram ao preju&iacute;zo, pois geraram &ldquo;<em>desgaste emocional e sentimento de vulnerabilidade</em>&rdquo;, pois ela teve de tirar segunda via de todos os seus documentos. <em>&ldquo;Perdi  amostras de cosm&eacute;ticos que carregava comigo, pois sou consultora da  Natura, e ainda precisei cancelar compras feitas com meus cart&otilde;es de  cr&eacute;dito</em>&rdquo;, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">
Alegando que empresa deve responder  pelos danos sofridos porque o furto ocorreu dentro do estacionamento que  ela oferece aos clientes, a mulher, que estimou seu preju&iacute;zo material  em R$ 2.260, pediu, al&eacute;m disso, indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais de R$ 10  mil.</p>
<p style="text-align: justify;">
O Makro argumentou que M. n&atilde;o provou  que estava no estabelecimento nem que o furto ocorreu l&aacute;. O  supermercado atacadista tamb&eacute;m questionou outros gastos apresentados  pela estudante como decorrentes do arrombamento do ve&iacute;culo e a alega&ccedil;&atilde;o  de que os cart&otilde;es de cr&eacute;dito haviam sido levados, j&aacute; que o mais l&oacute;gico,  segundo a empresa, seria que a consumidora estivesse com eles na hora de  compras.</p>
<p style="text-align: justify;">
A empresa afirmou que n&atilde;o havia  provas de abalo &agrave; honra, imagem, vida privada ou intimidade da mulher, e  defendeu que a quantia pedida como indeniza&ccedil;&atilde;o pelo &ldquo;suposto dano  moral&rdquo; era excessiva.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Decis&otilde;es e recursos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Em janeiro de 2010, o Makro foi  condenado pelo juiz Luiz Gonzaga Silveira Soares, da 10&ordf; Vara C&iacute;vel de  Belo Horizonte, a ressarcir a consumidora em R$ 490,19, total dos gastos  comprovados nos autos, e a pagar indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais de R$ 6  mil. Ele citou como fundamentos para a decis&atilde;o a S&uacute;mula 130 do Superior  Tribunal de Justi&ccedil;a, que afirma que &ldquo;a<em> empresa responde, perante o cliente, pela repara&ccedil;&atilde;o de dano ou furto de ve&iacute;culo ocorridos em seu estacionamento</em>&rdquo;, e no fato de que o servi&ccedil;o &eacute; um atrativo para a clientela.</p>
<p style="text-align: justify;">
&ldquo;<em>&Eacute; no m&iacute;nimo estranho que o r&eacute;u,  ciente do ocorrido, tenha apagado as imagens gravadas na data da  viola&ccedil;&atilde;o do carro da autora, sobretudo porque estava sendo demandado na  Justi&ccedil;a pelos preju&iacute;zos causados a ela</em>&rdquo;, afirmou o magistrado, que entendeu que os transtornos e inc&ocirc;modos sofridos pela estudantes eram &ldquo;ineg&aacute;veis&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">
Em fevereiro deste ano, o Makro apelou da senten&ccedil;a.</p>
<p style="text-align: justify;">
A turma julgadora da 17&ordf; C&acirc;mara  C&iacute;vel, formada pelos desembargadores Versiani Penna, Eduardo Marin&eacute; da  Cunha e Luciano Pinto, manteve a decis&atilde;o inalterada, por entender que a  estudante ofereceu comprova&ccedil;&atilde;o para suas alega&ccedil;&otilde;es com o boletim de  ocorr&ecirc;ncia e outras informa&ccedil;&otilde;es, como a grande quantidade de telefonemas  da consumidora &agrave; empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Processos: 2001645-39.2008.8.13.0024</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;Fonte: TJMG<small><b><br />
</b></small></p>
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		<title>Pagamento de verbas rescis&#243;rias a empregado analfabeto n&#227;o pode ser feito por cheque</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 10:59:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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										</div>O par&#225;grafo 4o do artigo 477 da CLT disp&#245;e que o pagamento das verbas rescis&#243;rias deve ser feito no ato da homologa&#231;&#227;o do rompimento do contrato de trabalho, em dinheiro ou cheque visado, exceto se o empregado for analfabeto, quando a quita&#231;&#227;o somente poder&#225; ocorrer em dinheiro. E foi esse o caso analisado pela 8a [...]]]></description>
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										</div><p></p><p style="text-align: justify;">O par&aacute;grafo 4o do artigo 477 da  CLT disp&otilde;e que o pagamento das verbas rescis&oacute;rias deve ser feito no ato  da homologa&ccedil;&atilde;o do rompimento do contrato de trabalho, em dinheiro ou  cheque visado, exceto se o empregado for analfabeto, quando a quita&ccedil;&atilde;o  somente poder&aacute; ocorrer em dinheiro. E foi esse o caso analisado pela 8a  Turma do TRT-MG. Com fundamento no que determina a CLT, os julgadores  deram raz&atilde;o ao trabalhador e condenaram a ex-empregadora ao pagamento  das parcelas rescis&oacute;rias.</p>
<p style="text-align: justify;">
O juiz de 1o Grau havia indeferido o  pedido do reclamante, por entender que a reclamada conseguiu comprovar o  pagamento regular das parcelas rescis&oacute;rias, por meio de c&oacute;pia do cheque  supostamente entregue ao trabalhador. Mas o desembargador M&aacute;rcio  Ribeiro do Valle teve posicionamento diverso. Isso porque, conforme  esclareceu, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que o trabalhador &eacute; analfabeto. Tanto que,  no contrato de trabalho, consta a impress&atilde;o digital do polegar do  empregado, em vez da assinatura.</p>
<p style="text-align: justify;">
Nesse contexto, o pagamento das  verbas rescis&oacute;rias devidas ao reclamante deveria ter sido realizado em  dinheiro. O par&aacute;grafo 4o do artigo 477 da CLT &eacute; claro a respeito. Al&eacute;m  disso, o empregado n&atilde;o reconheceu a c&oacute;pia do cheque apresentado pela  empresa e negou que tivesse recebido as parcelas referentes &agrave; rescis&atilde;o. O  desembargador observou, ainda, que o cheque n&atilde;o foi emitido de forma  nominal ao trabalhador e nem h&aacute; no documento qualquer refer&ecirc;ncia aos  fins a que se destinou, embora o valor dele corresponda ao montante da  rescis&atilde;o contratual.</p>
<p style="text-align: justify;">
Assim, o desembargador entendeu que a  r&eacute; n&atilde;o se desincumbiu do encargo de comprovar que efetivamente quitou  as parcelas referentes &agrave; rescis&atilde;o do contrato de trabalho do empregado. E  por esses fundamentos, acompanhando o relator, a Turma condenou a  empresa ao pagamento das verbas rescis&oacute;rias indicadas no TRCT.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>RO 0001884-86.2010.5.03.0040</strong></p>
<p>Fonte: TRT 3&ordf; Regi&atilde;o</p>
<p></p>
<p class="texto">&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Rapaz &#233; condenado a sete anos de pris&#227;o por matar parceiro de roubo</title>
		<link>http://veredictum.adv.br/blog/2011/09/13/rapaz-e-condenado-a-sete-anos-de-prisao-por-matar-parceiro-de-roubo/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 10:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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										</div>O 1&#186; Tribunal do J&#250;ri de Goi&#226;nia, presidido pelo juiz Jesseir Coelho de Alc&#226;ntara, condenou, nesta sexta-feira (9), J. F. B. a cumprir sete anos de pris&#227;o pelo homic&#237;dio de T&#225;cio Domingos C&#226;ndido Pereira, ocorrido em 24 de abril de 2010 no Jardim Balne&#225;rio Meia Ponte. J. j&#225; havia sido julgado, mas por for&#231;a de [...]]]></description>
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										</div><p></p><p style="text-align: justify;">O 1&ordm; Tribunal do J&uacute;ri de Goi&acirc;nia,  presidido pelo juiz Jesseir Coelho de Alc&acirc;ntara, condenou, nesta  sexta-feira (9), J. F. B. a cumprir sete anos de pris&atilde;o pelo homic&iacute;dio  de T&aacute;cio Domingos C&acirc;ndido Pereira, ocorrido em 24 de abril de 2010 no  Jardim Balne&aacute;rio Meia Ponte. J. j&aacute; havia sido julgado, mas por for&ccedil;a de  Ac&oacute;rd&atilde;o que anulou o J&uacute;ri realizado no dia 08 de outubro de 2010, o  acusado foi novamente submetido a julgamento.</p>
<p style="text-align: justify;">
A defesa pediu a redu&ccedil;&atilde;o de pena  prevista para o homic&iacute;dio privilegiado, argumentando que o r&eacute;u agiu sob o  dom&iacute;nio de violenta emo&ccedil;&atilde;o logo ap&oacute;s injusta provoca&ccedil;&atilde;o da v&iacute;tima. O  Conselho de Senten&ccedil;a reconheceu a autoria e a materialidade, e negou a  tese absolut&oacute;ria e a redutora de pena do homic&iacute;dio privilegiado. Ao  medir a pena, o juiz considerou a confiss&atilde;o espont&acirc;nea do r&eacute;u como  atenuante. A pena dever&aacute; ser cumprida na penitenci&aacute;ria Odenir Guimar&atilde;es,  em regime inicialmente semiaberto.</p>
<p style="text-align: justify;">
Segundo a den&uacute;ncia, a v&iacute;tima e o  acusado supostamente assaltaram duas mulheres em um ponto de &ocirc;nibus, no  dia do homic&iacute;dio, e se desentenderam em raz&atilde;o de uma&nbsp; d&iacute;vida de R$ 100  reais, produto do roubo. Duas horas depois, por volta de 8h, a v&iacute;tima  chegou ao estabelecimento A&ccedil;ougue Imp&eacute;rio das Carnes, no Jardim  Balne&aacute;rio Meia Ponte, esfaqueado e pedindo ajuda. Ao ser socorrido pelos  funcion&aacute;rios, T&aacute;cio foi surpreendido pela chegada de J. dizendo que ia  terminar o servi&ccedil;o, por isso desferiu mais golpes no rapaz, que morreu  no local. J. ent&atilde;o foi para casa, que fica ao lado do a&ccedil;ougue, onde foi  preso.</p>
<p style="text-align: justify;">
Nesta sess&atilde;o, o juiz Jesseir Coelho  de Alc&acirc;ntara homenageou a jurada Dayane Rodrigues da Costa com um minuto  de sil&ecirc;ncio em raz&atilde;o de sua morte, ocorrida em 22 de julho de 2011, em  uma fazenda no interior do estado. Segundo o juiz, Dayane era jurada h&aacute;  muito tempo e era uma jovem querida pelos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p>Fonte: TJGO</p>
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		<title>Homem que usava sinuca para atrair jovens a crimes sexuais &#233; condenado</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 10:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
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										</div>A 3&#170; C&#226;mara Criminal do TJ fixou em 24 anos de reclus&#227;o, em regime fechado, a pena aplicada a um homem condenado pela pr&#225;tica de abuso sexual contra quatro jovens &#8211; com idades entre nove e 14 anos &#8211; em uma comarca do litoral catarinense. De acordo com o processo, ele usava uma mesa de [...]]]></description>
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										</div><p></p><p style="text-align: justify;">A 3&ordf; C&acirc;mara Criminal do TJ fixou em 24  anos de reclus&atilde;o, em regime fechado, a pena aplicada a um homem  condenado pela pr&aacute;tica de abuso sexual contra quatro jovens &ndash; com idades  entre nove e 14 anos &#8211; em uma comarca do litoral catarinense. De acordo  com o processo, ele usava uma mesa de bilhar em sua resid&ecirc;ncia, pr&oacute;xima  &agrave; praia, para atrair as v&iacute;timas, a quem oferecia R$ 10 pela pr&aacute;tica de  toda esp&eacute;cie de atos sexuais.</p>
<p style="text-align: justify;">
Entre outros argumentos utilizados  em seu recurso, o r&eacute;u alegou que os meninos n&atilde;o eram for&ccedil;ados &agrave; pr&aacute;tica  sexual, com condi&ccedil;&otilde;es de &ldquo;<em>escolher se queriam ou n&atilde;o praticar o ato</em>&rdquo;.  Por conta disso, clamou pela desclassifica&ccedil;&atilde;o do crime de atentado  violento ao pudor para a contraven&ccedil;&atilde;o penal de importuna&ccedil;&atilde;o ofensiva ao  pudor.</p>
<p style="text-align: justify;">
Seus pedidos foram todos negados.  Segundo o desembargador Torres Marques, relator da mat&eacute;ria, a tenra  idade das v&iacute;timas torna sem import&acirc;ncia o tal consentimento alegado pelo  r&eacute;u, uma vez que exsurge a hip&oacute;tese da viol&ecirc;ncia presumida.</p>
<p style="text-align: justify;">
&quot;<em>O delito de atentado violento  ao pudor [...] se configura pela pr&aacute;tica de ato lascivo, voluptuoso,  diverso da conjun&ccedil;&atilde;o carnal, visando ao prazer sexual. E, ainda,  repita-se, todas as v&iacute;timas confirmaram os fatos apresentados na  den&uacute;ncia, inclusive narrando o mesmo modus operandi utilizado pelo r&eacute;u,  ou seja, prometia dinheiro (R$ 10,00) como recompensa, em troca do  consentimento para a pr&aacute;tica delituosa</em>&quot;, finalizou o relator.</p>
<p style="text-align: justify;">
Houve apenas pequena adequa&ccedil;&atilde;o na  pena, que foi reduzida de 26 para 24 anos de reclus&atilde;o, mantido o regime  fechado para seu cumprimento. A decis&atilde;o foi por maioria de votos.<br />
&nbsp;</p>
<p>Fonte: TJSC</p>
<p></p>
<p class="texto">
&nbsp;</p>
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		<title>ADI contesta dispositivos que vedam divulga&#231;&#227;o de assuntos funcionais por advogados p&#250;blicos</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 10:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
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										</div>A Uni&#227;o dos Advogados P&#250;blicos Federais do Brasil (Unafe) e a Associa&#231;&#227;o Brasileira de Imprensa (ABI) questionam dispositivos da Lei Org&#226;nica da Advocacia-Geral da Uni&#227;o e de uma Medida Provis&#243;ria que vedam a manifesta&#231;&#227;o dos advogados p&#250;blicos federais por meio da imprensa ou por qualquer meio de divulga&#231;&#227;o sobre assunto pertinente &#224;s suas fun&#231;&#245;es, salvo [...]]]></description>
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										</div><p></p><p style="text-align: justify;">A Uni&atilde;o dos Advogados P&uacute;blicos Federais  do Brasil (Unafe) e a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Imprensa (ABI) questionam  dispositivos da Lei Org&acirc;nica da Advocacia-Geral da Uni&atilde;o e de uma  Medida Provis&oacute;ria que vedam a manifesta&ccedil;&atilde;o dos advogados p&uacute;blicos  federais por meio da imprensa ou por qualquer meio de divulga&ccedil;&atilde;o sobre  assunto pertinente &agrave;s suas fun&ccedil;&otilde;es, salvo ordem ou autoriza&ccedil;&atilde;o expressa  do advogado-geral da Uni&atilde;o. A quest&atilde;o chegou ao Supremo Tribunal Federal  (STF) por meio da A&ccedil;&atilde;o Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4652,  apresentada pelas autoras com pedido de medida cautelar.</p>
<p style="text-align: justify;">
Por meio da a&ccedil;&atilde;o, a Unafe e a ABI  contestam o inciso III do artigo 28 da Lei Complementar 73/93 [Lei  Org&acirc;nica da Advocacia-Geral da Uni&atilde;o] e o inciso III do par&aacute;grafo 1&ordm; do  artigo 38 da Medida Provis&oacute;ria 2.229-43/01. Para elas, tais dispositivos  afrontam o artigo 5&ordm;, incisos IV e IX, combinado com o artigo 220,  par&aacute;grafos 1&ordm; e 2&ordm;, e artigo 37, caput, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, bem  como a jurisprud&ecirc;ncia do Supremo Tribunal Federal quanto &agrave; mat&eacute;ria.</p>
<p style="text-align: justify;">
Tal veda&ccedil;&atilde;o &agrave; manifesta&ccedil;&atilde;o dos advogados p&uacute;blicos federais, conforme as autoras, &ldquo;<em>n&atilde;o  encontra guarida na ordem constitucional por afronta aos princ&iacute;pios da  publicidade e moralidade, conjugados com a concretiza&ccedil;&atilde;o do Estado  Democr&aacute;tico de Direito e a necess&aacute;ria transpar&ecirc;ncia no trato da coisa  p&uacute;blica</em>&rdquo;. As entidades alegam que a norma questionada &eacute; inconstitucional &ldquo;<em>por  tolher a liberdade de express&atilde;o dos membros da Advocacia-Geral da  Uni&atilde;o, amea&ccedil;ando-lhes de viola&ccedil;&atilde;o aos deveres funcionais, al&eacute;m de criar a  figura do censor no &acirc;mbito da institui&ccedil;&atilde;o, ferindo a liberdade de  imprensa consagrada na Carta da Rep&uacute;blica</em>&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">
Segundo a a&ccedil;&atilde;o, as normas  contestadas s&atilde;o inconstitucionais &agrave; medida em que a sociedade tem o  direito de exigir que o poder p&uacute;blico seja efetivo, para trazer  benef&iacute;cios sociais. No entanto, ressaltam que &ldquo;<em>este direito ser&aacute; um mart&iacute;rio</em>&rdquo; se a pr&oacute;pria sociedade n&atilde;o conhecer as institui&ccedil;&otilde;es e os &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos que est&atilde;o &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do Estado, &ldquo;<em>suas  nuan&ccedil;as e suas potencialidades, e isto se d&aacute;, no caso da  Advocacia-Geral da Uni&atilde;o, dentre tantos outros meios, da imprensa e da  efetiva participa&ccedil;&atilde;o dos seus membros na divulga&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria  institui&ccedil;&atilde;o e, especialmente, das suas fun&ccedil;&otilde;es essenciais</em>&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify;">
O inciso III do artigo 28 da Lei  Complementar 73/93 e o inciso III do par&aacute;grafo 1&ordm; do artigo 38 da Medida  Provis&oacute;ria 2.229-43/01, conforme os autos, afrontam dispositivos  constitucionais que v&ecirc;m recebendo reiterada prote&ccedil;&atilde;o do Supremo quanto &agrave;  liberdade de express&atilde;o em um Estado Democr&aacute;tico de Direito. Nesse  sentido, as autoras citam as Argui&ccedil;&otilde;es de Descumprimento de Preceito  Fundamental (ADPFs) 130 e 187.</p>
<p style="text-align: justify;">
Segundo informam as entidades, a  regra na administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica &eacute; a comunica&ccedil;&atilde;o, divulga&ccedil;&atilde;o, publicidade  em seu sentido material. &ldquo;<em>A confian&ccedil;a nas institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas est&aacute;  fundada na garantia que a informa&ccedil;&atilde;o chegar&aacute; aos interessados, seja  pela via formal (publica&ccedil;&atilde;o dos atos administrativos) ou por meio de  seus servidores p&uacute;blicos que como membros da comunidade brasileira podem  falar livremente e sem inibi&ccedil;&atilde;o sobre quest&otilde;es p&uacute;blicas importante</em>s&rdquo;,  afirmam as autoras, ressaltando que devem ser observados os deveres  funcionais e as hip&oacute;teses de sigilo legal protegidas por lei, entre  outros, o sigilo de dados, sigilo banc&aacute;rio, sigilo fiscal, sigilo  eleitoral, sigilo das comunica&ccedil;&otilde;es telef&ocirc;nicas e telegr&aacute;ficas e das  correspond&ecirc;ncias.</p>
<p style="text-align: justify;">
Por esses motivos, a Unafe e a ABI  pedem a concess&atilde;o de medida liminar&nbsp; para suspender a efic&aacute;cia dos  dispositivos atacados e, ao final, que seja julgado procedente o pedido,  declarando a inconstitucionalidade de tais preceitos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>ADI 4652</strong></p>
<p>Fonte: STF</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Transtorno mental do acusado, por si s&#243;, n&#227;o autoriza pris&#227;o cautelar</title>
		<link>http://veredictum.adv.br/blog/2011/09/13/transtorno-mental-do-acusado-por-si-so-nao-autoriza-prisao-cautelar/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 10:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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										</div>Com base nessa jurisprud&#234;ncia, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justi&#231;a (STJ) concedeu liberdade provis&#243;ria a um homem preso em flagrante e denunciado por estupro tentado. A relatora, ministra Laurita Vaz, observou que nenhuma das exig&#234;ncias do artigo 312 do C&#243;digo de Processo Penal foi demonstrada. Al&#233;m disso, ela entendeu que a afirma&#231;&#227;o de [...]]]></description>
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										</div><p></p><p style="text-align: justify;">Com base nessa jurisprud&ecirc;ncia, a Quinta  Turma do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) concedeu liberdade  provis&oacute;ria a um homem preso em flagrante e denunciado por estupro  tentado.</p>
<p style="text-align: justify;">
A relatora, ministra Laurita Vaz, observou que nenhuma das exig&ecirc;ncias do artigo 312 do  C&oacute;digo de Processo Penal foi demonstrada. Al&eacute;m disso, ela entendeu que a  afirma&ccedil;&atilde;o de que o acusado seria portador de transtornos mentais, sem  nenhuma refer&ecirc;ncia a elementos indicativos de sua periculosidade, n&atilde;o  justifica, por si s&oacute;, a pris&atilde;o cautelar.</p>
<p style="text-align: justify;">
Embora tenha sido denunciado por  estupro tentado, o ju&iacute;zo de primeiro grau entendeu que o crime cometido  seria o de explora&ccedil;&atilde;o sexual de vulner&aacute;vel e absolveu o acusado.  Contudo, a magistrada determinou o cumprimento de medida de seguran&ccedil;a de  interna&ccedil;&atilde;o em hospital de cust&oacute;dia e tratamento psiqui&aacute;trico pelo prazo  m&iacute;nimo de um ano e vedou o recurso em liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">
A pris&atilde;o cautelar foi fundamentada  no fato de o acusado ser vizinho da v&iacute;tima, um adolescente de 14 anos, e  na gravidade do crime. &ldquo;<em>A natureza do delito, de acordo com a  experi&ecirc;ncia, revela que o autor de tais crimes est&aacute; sempre a infringir a  lei, o que torna necess&aacute;ria a pris&atilde;o para garantia da ordem p&uacute;blica</em>&rdquo;,  afirmou a ju&iacute;za, que disse ainda ser o acusado portador de transtornos  mentais, o que ampliaria a necessidade da pris&atilde;o cautelar.</p>
<p style="text-align: justify;">
A senten&ccedil;a foi anulada em segunda inst&acirc;ncia porque o r&eacute;u respondeu por um crime que n&atilde;o havia sido descrito na den&uacute;ncia, &ldquo;<em>o que &eacute; inadmiss&iacute;vel sem a espec&iacute;fica manifesta&ccedil;&atilde;o da defesa</em>&rdquo;, conforme consta no ac&oacute;rd&atilde;o. Contudo, a pris&atilde;o cautelar foi mantida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Excesso de prazo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
A defesa entrou com habeas corpus  para que o r&eacute;u pudesse aguardar o fim do processo em liberdade ou em  tratamento ambulatorial. Negado o benef&iacute;cio pelo Tribunal de Justi&ccedil;a de  S&atilde;o Paulo, a defesa impetrou habeas corpus no STJ, alegando excesso de  prazo por culpa exclusiva do Estado e que a manuten&ccedil;&atilde;o da pris&atilde;o  provis&oacute;ria n&atilde;o estaria concretamente fundamentada.</p>
<p style="text-align: justify;">
Para a ministra Laurita Vaz, a  decis&atilde;o de primeiro grau n&atilde;o traz elementos concretos que justifiquem a  necessidade da cust&oacute;dia cautelar, fundamentada apenas &ldquo;<em>na gravidade  do delito, na alus&atilde;o gen&eacute;rica &agrave; possibilidade de risco &agrave; instru&ccedil;&atilde;o  criminal, bem como em conjecturas acerca da suposta periculosidade do  r&eacute;u&rdquo;.</em> Segundo ela, a afirma&ccedil;&atilde;o de que o acusado seria vizinho da  v&iacute;tima, sem qualquer dado concreto que indicasse a possibilidade de  reitera&ccedil;&atilde;o do crime ou de preju&iacute;zo para a instru&ccedil;&atilde;o criminal, n&atilde;o serve  para justificar a manuten&ccedil;&atilde;o do c&aacute;rcere.</p>
<p style="text-align: justify;">
Todos os demais ministros da Quinta  Turma seguiram as considera&ccedil;&otilde;es da relatora e concederam o habeas corpus  para cassar a decis&atilde;o que negou a liberdade provis&oacute;ria, sem preju&iacute;zo de  que outras medidas cautelares sejam adotadas pelo ju&iacute;zo condutor do  processo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<em>O n&uacute;mero deste processo n&atilde;o &eacute; divulgado em raz&atilde;o de segredo de justi&ccedil;a.</em></p>
<p>&nbsp;Fonte: STJ</p>
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		<title>Caso Acioli: Justi&#231;a determina pris&#227;o tempor&#225;ria de 3 PMs</title>
		<link>http://veredictum.adv.br/blog/2011/09/13/caso-acioli-justica-determina-prisao-temporaria-de-3-pms/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 10:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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										</div>A Justi&#231;a do Rio decretou no domingo (11) a pris&#227;o tempor&#225;ria de tr&#234;s policiais militares suspeitos de participar do assassinato da ju&#237;za Patr&#237;cia Acioli, em agosto. Os mandados de pris&#227;o foram expedidos pelo plant&#227;o judici&#225;rio de Niter&#243;i, na Regi&#227;o Metropolitana do Rio. Os PMs do Grupo de A&#231;&#245;es T&#225;ticas do batalh&#227;o de S&#227;o Gon&#231;alo (GAT) [...]]]></description>
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											</iframe>
										</div><p></p><p style="text-align: justify;">A Justi&ccedil;a do Rio decretou no domingo  (11) a pris&atilde;o tempor&aacute;ria de tr&ecirc;s policiais militares suspeitos de  participar do assassinato da ju&iacute;za Patr&iacute;cia Acioli, em agosto. Os  mandados de pris&atilde;o foram expedidos pelo plant&atilde;o judici&aacute;rio de Niter&oacute;i,  na Regi&atilde;o Metropolitana do Rio.</p>
<p style="text-align: justify;">
Os PMs do Grupo de A&ccedil;&otilde;es T&aacute;ticas do  batalh&atilde;o de S&atilde;o Gon&ccedil;alo (GAT) j&aacute; estavam presos na Unidade Prisional da  PM, em Benfica, na Zona Norte do Rio. Eles s&atilde;o acusados tamb&eacute;m de  participar do assassinato de um jovem de 18 anos em junho, no Morro do  Salgueiro, em S&atilde;o Gon&ccedil;alo, na Regi&atilde;o Metropolitana. N&atilde;o h&aacute; informa&ccedil;&otilde;es  de quando eles foram presos.</p>
<p style="text-align: justify;">
Na &eacute;poca da morte do jovem, os  policiais afirmaram que agiram em leg&iacute;tima defesa, o que n&atilde;o foi  comprovado pelas investiga&ccedil;&otilde;es. O caso estava sendo acompanhado pela  ju&iacute;za que, horas antes de morrer, decretou a pris&atilde;o dos tr&ecirc;s policiais e  de outros cincos que estavam envolvidos no crime.</p>
<p style="text-align: justify;">
De acordo com as investiga&ccedil;&otilde;es, o  tr&ecirc;s PMs suspeitos teriam tomado conhecimento da decreta&ccedil;&atilde;o da pris&atilde;o e  por isso teriam executado a ju&iacute;za antes que as pris&otilde;es fossem cumpridas.</p>
<p style="text-align: justify;">
A ju&iacute;za Patr&iacute;cia Acioli era  conhecida por atuar com rigor contra grupos de exterm&iacute;nio que agem em  S&atilde;o Gon&ccedil;alo. Na lista de condena&ccedil;&otilde;es h&aacute; casos contra mil&iacute;cias e m&aacute;fias  dos combust&iacute;veis e dos transportes alternativos. Sem escolta policial  desde 2007, ela foi morta no dia 12 de agosto, na porta de casa, em  Piratininga, Niter&oacute;i. Segundo a Divis&atilde;o de Homic&iacute;dio, ela foi v&iacute;tima de  uma emboscada e levou 21 tiros.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>MP pede afastamento de 34 PMs</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
Na sexta-feira (9), o juiz F&aacute;bio  Uch&ocirc;a, em exerc&iacute;cio na 4&ordf; Vara Criminal de S&atilde;o Gon&ccedil;alo, determinou que  os advogados e defensores p&uacute;blicos dos policiais militares que respondem  a processos de homic&iacute;dio em autos de resist&ecirc;ncia se manifestassem sobre  o pedido do Minist&eacute;rio P&uacute;blico estadual. No dia anterior, o MP requeriu  o afastamento de 34 PMs que respondem a processos em S&atilde;o Gon&ccedil;alo e  pediu a pris&atilde;o preventiva de 28 deles.</p>
<p style="text-align: justify;">
Segundo o juiz, a intima&ccedil;&atilde;o da  defesa dos envolvidos est&aacute; prevista no C&oacute;digo do Processo Penal (CPP),  que diz que ressalvados os casos de urg&ecirc;ncia ou de perigo de inefic&aacute;cia  da medida, o juiz, ao receber o pedido de medida cautelar, determinar&aacute; a  intima&ccedil;&atilde;o da parte contr&aacute;ria.</p>
<p style="text-align: justify;">
Segundo o MP, em agosto, o  presidente do Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio, Manoel Alberto Reb&ecirc;lo, havia  informado que solicitaria a transfer&ecirc;ncia de policiais do 7&ordf; BPM (S&atilde;o  Gon&ccedil;alo) que estivessem envolvidos em processos criminais para outros  batalh&otilde;es. No entanto, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico julgou que a transfer&ecirc;ncia  desses agentes seria pouco eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">
De acordo com o procurador-geral de  Justi&ccedil;a, Claudio Lopes, todos os 34 policiais militares passaram pelo 7&ordf;  BPM, no entanto, alguns j&aacute; foram transferidos para outros batalh&otilde;es. A  lista de 34 agentes &eacute; parcial. Outros casos continuam sendo analisados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Policiais afastados em Niter&oacute;i</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
No dia 25 de agosto, cinco policiais  militares do 12&ordm; BPM (Niter&oacute;i), que respondem por homic&iacute;dio, foram  afastados das ruas. Segundo a Pol&iacute;cia Militar, o afastamento foi  determinado pelo comandante do batalh&atilde;o, tenente-coronel Paulo Henrique  Moraes, em cumprimento a uma decis&atilde;o judicial da Patr&iacute;cia Acioli, feita  pouco antes de morrer. Enquanto estiverem afastados das ruas, os cinco  PMs s&oacute; podem fazer trabalhos administrativos, dentro do batalh&atilde;o. Ainda  de acordo com a PM, eles respondem por homic&iacute;dio na 4&ordf; Vara Criminal de  S&atilde;o Gon&ccedil;alo, onde Patr&iacute;cia atuava.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: G1</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fabricante do reverso do Fokker-100 da TAM n&#227;o consegue reverter indeniza&#231;&#227;o a familiares de v&#237;timas</title>
		<link>http://veredictum.adv.br/blog/2011/09/12/fabricante-do-reverso-do-fokker-100-da-tam-nao-consegue-reverter-indenizacao-a-familiares-de-vitimas/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 13:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
		<category><![CDATA[fabricante]]></category>
		<category><![CDATA[Indenização]]></category>
		<category><![CDATA[reverso]]></category>
		<category><![CDATA[TAM]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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											</iframe>
										</div>A Northrop Grumman Corporation, fabricante do reverso do Fokker-100 da TAM que se acidentou em 1996, n&#227;o conseguiu reverter decis&#227;o do Tribunal de Justi&#231;a de S&#227;o Paulo (TJSP) que determinou o pagamento de indeniza&#231;&#245;es independentemente de acordos extrajudiciais. A empresa tentou trazer a discuss&#227;o ao Superior Tribunal de Justi&#231;a (STJ), mas a aus&#234;ncia de comprovantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="padding-top:5px;padding-right:0px;padding-bottom:5px;padding-left:0px;;">
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											</iframe>
										</div><p></p><p>A Northrop Grumman Corporation, fabricante do reverso do Fokker-100 da TAM que se acidentou em 1996, n&atilde;o conseguiu reverter decis&atilde;o do Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo (TJSP) que determinou o pagamento de indeniza&ccedil;&otilde;es independentemente de acordos extrajudiciais. A empresa tentou trazer a discuss&atilde;o ao Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ), mas a aus&ecirc;ncia de comprovantes de pagamentos de custas e porte de remessa do processo impediu a aprecia&ccedil;&atilde;o do recurso. </p>
<p>A fabricante do reverso ainda insiste que o STJ deve admitir seu recurso especial para an&aacute;lise – o que j&aacute; foi negado tanto pelo TJSP quanto pela presid&ecirc;ncia do pr&oacute;prio STJ, que negou seguimento a agravo de instrumento da empresa. </p>
<p>Diante de novo recurso da Northrop (um agravo regimental), cabe ao presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, reconsiderar sua decis&atilde;o anterior ou determinar que o agravo de instrumento seja distribu&iacute;do a outro ministro, que ser&aacute; o relator do agravo regimental contra a primeira negativa de admissibilidade pelo STJ. A empresa alega que a decis&atilde;o anterior peca por excesso de formalismo e que houve o recolhimento efetivo dos valores. </p>
<p>A queda da aeronave causou a morte de 99 pessoas. A a&ccedil;&atilde;o de indeniza&ccedil;&atilde;o proposta em 1998 condenou a Northrop ao pagamento de R$ 2 milh&otilde;es a cada fam&iacute;lia, mais dois ter&ccedil;os do &uacute;ltimo sal&aacute;rio de cada v&iacute;tima at&eacute; a idade em que completariam 65 anos, al&eacute;m de multa de 20% por litig&acirc;ncia de m&aacute;-f&eacute; em raz&atilde;o de n&atilde;o ter depositado cau&ccedil;&atilde;o. Os honor&aacute;rios advocat&iacute;cios foram fixados em 20% do total a ser apurado em liquida&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>Enquanto tramitava a apela&ccedil;&atilde;o contra essa decis&atilde;o, a empresa e os familiares das v&iacute;timas teriam realizado acordos extrajudiciais. Mas, segundo alega a empresa no recurso especial, o TJSP condicionou indevidamente a validade dos acordos &agrave; homologa&ccedil;&atilde;o judicial, por entender que eles n&atilde;o poderiam produzir efeitos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s partes que n&atilde;o tiveram a desist&ecirc;ncia homologada judicialmente. </p>
<p>Ao julgar a apela&ccedil;&atilde;o, o TJSP reduziu a indeniza&ccedil;&atilde;o pelos danos morais a 333 sal&aacute;rios m&iacute;nimos. Os danos materiais tamb&eacute;m foram reduzidos a um ter&ccedil;o do valor definido na primeira inst&acirc;ncia, porque se entendeu que a Northrop n&atilde;o foi a &uacute;nica respons&aacute;vel pelos fatos que resultaram na queda do Fokker. </p>
<p>&Eacute; contra esse julgamento que a fabricante tenta o recurso especial. O TJSP, que faz o primeiro ju&iacute;zo de admissibilidade desse procedimento, rejeitou-o por n&atilde;o verificar indica&ccedil;&atilde;o de lei federal violada. A Northrop busca agora fazer com que o pr&oacute;prio STJ reavalie a admiss&atilde;o do recurso, mas seu agravo de instrumento n&atilde;o p&ocirc;de ser apreciado em raz&atilde;o da falta de c&oacute;pia do comprovante de pagamento das custas processuais e porte de remessa do recurso. </p>
<p>Fonte: STJ</p>
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		<title>Justi&#231;a condena acusado de uso de documento falso</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 16:42:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max</dc:creator>
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										</div><p></p><p>A 22&ordf; Vara Criminal Central de S&atilde;o Paulo condenou C.R.O. a dois anos e quatro meses de reclus&atilde;o e a pagar o valor de onze dias-multa pela pr&aacute;tica de falsifica&ccedil;&atilde;o de documento p&uacute;blico e uso de documento falso.        </p>
<p>De acordo com a den&uacute;ncia, em 12 de abril de 2011, na Rua dos Tapes, bairro da Aclima&ccedil;&atilde;o, nesta capital, o acusado fez uso de carteira falsa de identifica&ccedil;&atilde;o civil com nome falso ao ser abordado por policiais. Consta da pe&ccedil;a acusat&oacute;ria que policiais civis realizavam dilig&ecirc;ncias no local dos fatos para reprimir a pr&aacute;tica de delitos relacionados com o desmanche e remontes il&iacute;citos de ve&iacute;culos. Ao ter sua identifica&ccedil;&atilde;o solicitada, o r&eacute;u apresentou c&eacute;dula de identidade em nome de outra pessoa, constatando-se a falsidade do documento, bem como sua situa&ccedil;&atilde;o de procurado pela Justi&ccedil;a.        </p>
<p>Em sua decis&atilde;o, a ju&iacute;za Maria dos Anjos Garcia de Alcaraz da Fonseca explica: “o r&eacute;u tinha o documento falsificado justamente para tapear a fiscaliza&ccedil;&atilde;o, abordagem e persegui&ccedil;&atilde;o, porquanto procurado pela pol&iacute;cia e Justi&ccedil;a. Preparou um documento com a fotografia dele e outro nome, justamente para se passar por quem n&atilde;o &eacute;, e assim impedir fossem descobertas condena&ccedil;&otilde;es anteriores e penas pendentes, escamoteando abandono do estabelecimento prisional”. A pena de C.R.O. dever&aacute; ser cumprida inicialmente em regime semiaberto.
<p>        Processo n&ordm; 050.11.030594-9/00 </p>
<p>Fonte: TJSP</p>
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