Os indícios de fraude já haviam sido detectados pela OAB, que por decisão do presidente Ophir Cavalcante, em 7 de março de 2009, anulou a prova da segunda fase do Exame e encaminhou o caso à PF, em ofício ao diretor-geral. “Desde o primeiro momento, a Ordem buscou esclarecer o assunto, primeiro anulando a prova, decisão essa referendada pelo Colégio de Presidentes, para que não pairassem dúvidas quanto à lisura do Exame; segundo, tomando a iniciativa de proceder uma investigação minuciosa, a cargo da Polícia Federal, para identificar os fraudadores mediante o devido processo legal”, afirmou Ophir, ao tomar conhecimento dos primeiros resultados da operação.
Fonte: OAB
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