“Ele a pegou pelo rabo, rodou, rodou e atirou contra a parede. A gata perdeu os dentes e teve fratura nas patas”, relatou o dono do animal, Waldir Augusto Nascimento. Indignado, Waldir decidiu denunciar o agressor à Sociedade de Proteção aos Animais de Taubaté que encaminhou o caso à Justiça. Na época foram tiradas fotos e radiografias que comprovam o estado de saúde do animal, que passou por cirurgia pra a colocação de platina nas patas e ficou 40 dias em cativeiro para a recuperação. “Na época eu trabalhava de madrugada em uma fábrica e acabei perdendo o emprego para cuidar dela”, disse o dono.
Apesar do tratamento, que custou cerca de R$ 2 mil segundo o proprietário, a gata, chamada Chiquinha, ficou com seqüelas e hoje, apesar da recuperação, caminha com dificuldade. Para a Sociedade de Proteção aos Animais a sentença judicial foi ínfima. “Deveria ser uma prestação de serviço à entidade que cuida dos animais e uma punição mais severa”, argumentou a representante Andréa Alves dos Santos. O resultado do processo revoltou o proprietário do animal. “Foi uma grande maldade e essa decisão eu não aceito. Vou recorrer”.
Com informações da Agência Estado
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Faz bem o dono da gata em ir adiante na questão. É claro que o delinqüente merece pena m uito maior. Mas o problema maior é mostrar ao juiz de primeira instância que ele tem de rever seus conceitos, e passar a aplicar penas condignas com o tamanho da maldade perpetrada… A correção maior, portanto, aplica-se ao juiz…!!!!